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Paciente com câncer chora de dor e luta na Justiça

Publicada em 07/02/22 as 16:52h por Vitória 87 FM - 60 visualizações

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 (Foto: Vitória 87 FM)
A pensionista Maria Antônia Pulucena de Sousa, de 54 anos, luta na Justiça por uma injeção para tratar um câncer no intestino, que já se espalhou para o fígado e o pulmão, em Goiânia. Segundo a família, o medicamento custa R$ 4 mil, a Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) negou o fornecimento e o processo aguarda decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

“Tenho esperança de viver com os meus filhos e os meus netinhos e voltar um dia para a minha casa”, desabafa Maria.
Em nota, a SES-GO informou que, como o medicamento não faz parte da lista fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), aguarda decisão judicial.

De acordo com a advogada Fabiana Castro, a prescrição médica da injeção "Lanreotida Autogel" foi feita no Hospital das Clínicas, em Goiânia, no dia 14 de setembro de 2021. Um processo administrativo foi instaurado no dia 16 do mesmo mês e a ação judicial corre desde 27 de outubro do ano passado.Em decisão publicada em janeiro deste ano, o ministro Humberto Martins, do STJ, indeferiu o pedido liminar que pedia o medicamento.

“Diante da ausência de um dos requisitos autorizadores da tutela de urgência, indefiro o pedido de liminar sem prejuízo de ulterior deliberação pelo relator”, descreve a decisão.
Enquanto espera, Maria Antônia reclama das dores constantes no estômago.

“É aquela gastura no estomago, tem dia que eu como um pouquinho, tem dia que não como muito, é um mal estar muito grande. A doutora falou que quando eu tomasse esse remédio esse mal estar ia acabando mais”, fala Maria.

A advogada da família conta que até os áudios da cliente chorando com dor dizendo que não vai conseguir aguardar o fornecimento do medicamento, ela tem enviado ao STJ.

“Recentemente eu enviei um e-mail dizendo algo bem impactador, mas é uma realidade, o meu receio com operadora do direito é pedir a extinção desse processo enviando aa certidão de óbito dela”, conta a advogada.

Fabiana explica que a família está em contato com ela desde outubro para receber suporte junto à Defensoria Pública. No entanto, após o último despacho do STJ, em 16 de dezembro de 2021, ela entrou diretamente na ação, atuando como parte do processo.










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